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COOPMAS nas redes sociais

História

A Associação dos produtores Agroextrativistas da Colônia do Sardinha iniciou suas atividades em 20/01/1998, com o objetivo de apoiar os produtores situados na localidade do sardinha, na produção de hortigranjeiros para abastecimento da cidade de Lábrea, porém sua abrangência se deu em todo território do município de Lábrea. 

Em 2003, iniciou a atividade de apoio a produção de borracha extrativa, sendo a instituição responsável pela comercialização e pagamento da subvenção estadual aos produtores por meio de convênio com o governo do Estado do Amazonas. Em 2011 passou a operacionalizar a politica de Garantia de preço Mínimo PGPMbio, por intermédio da CONAB, para a produção de borracha comercializada.

Pelo seu desempenho frente ao setor extrativismo em 2007 a ASPACS foi contemplada com uma agroindústria para o beneficiamento de castanha com capacidade de processamento de 120 T de amêndoa por ano e gera 56 (Cinquenta e seis) empregos diretos e 340 indiretos. Os recursos destinados a este projeto foram oriundos do Ministério da Integração Nacional CNPq/FAPEAM e Governo do Estado por meio da SDS/AFLORAM. Desde então a ASPACS vem trabalhando na comercialização da produção de cerca de 340 produtores cooperados e não cooperados, com a produção de amêndoas de castanha do Brasil. 

Em 15/09/2008, no intuito de melhorar as atividades, foi criada o Cooperativa Mista Agroextrativista Sardinha- COOPMAS, uma derivação da ASPACS, que tem como objetivo viabilizar a comercialização, porém toda ação desenvolvida pela COOPMAS, atende aos interesses dos produtores associados a ASPACS, sendo a ações desenvolvidas em conjuntos. Essas instituições tem como principais mercados o âmbito governamental, com destaque para:  Programa de Regionalização da Merenda Escola do Estado-PREME; Programa Nacional de Alimentação Escolar/Agricultura Familiar-PNAE/SEDUC e SEMED; e Programa Nacional de Aquisição de Alimentos- PAA/CONAB. Além de mercados convencionais com destaque para os mercados atacadistas de São Paulo, Pará e Rio de Janeiro. 

A ASPACS apoia a cerca de 270 produtores de várzea na comercialização de feijão de praia. Este projeto teve como instituição propulsora o Conselho de Desenvolvimento Humano-CDH por meio do Fundo de Desenvolvimento Humano-FDH em 2007, com o repasse de recurso para aquisição de um barco capacidade de 30 t. Com o fortalecimento do setor por meio a organização na comercialização, a associação conseguiu elevar o preço pago ao produtor de R$ O,50 por quilo para R$ 1,80. Atualmente a produção é beneficiada na própria estrutura da ASPACS, aproveitando o período em que não há operação de produção de Castanha do Brasil, e enviada para Manaus onde é empacotada por meio de serviço terceirizado. E destinado em sua totalidade para a merenda escolar por meio do PREME e PNAF. 

A ASPACS, possui uma unidade de processamento de óleos vegetais com capacidade de 20 t por ano. Esses óleos são obtidos a partir da extração de sementes oleaginosas como: Andiroba, Murumuru, Tucumã, e o valor médio pago ao produtor são de R$ 1,00 por kg de semente. Esta unidade teve apoio do Governo do Estado e da Universidade Federal do Amazonas- UFAM e recursos próprios. Atualmente a produção não passa de 6 T/ano em decorrência de uma baixa procura pela indústria química. Alguns óleos como Andiroba e copaíba são comercializados no mercado local na forma artesanal, direcionado a medicina popular.